Não é de hoje que a maioria dos provedores procuram por mais tráfego e com custo reduzido, muitas vezes procurando por soluções como caches/CDNs da Google, Netflix, Akamai, etc ou até mesmo fechando sessões BGP bilaterais. Para isso é necessário saber aonde seus clientes conectam, mas como saber quais provedores de conteúdo (ASNs) seus clientes mais se comunicam?

Com uma análise de tráfego por ASNs ou IP/Prefixo

 

asn consulta

 

CDN (Content Delivery Network ou Rede de Fornecimento de Conteúdo) é uma rede para distribuição de conteúdos, seja de provedores de conteúdos ou de empresas especializadas – uma solução que surgiu no final da década de 1990, hoje considerada uma solução de núcleo da rede.

 

O que isso significa, efetivamente, é que ela integra a internet como replicadores de conteúdo a partir de três grandes centros de distribuição. No primeiro, ela armazena o conteúdo, é o centro de dados onde o conteúdo fica armazenado. Depois, numa segunda estrutura, que chamamos de rede CDN, replica o conteúdo em pontos localizados, principalmente nos grandes PTTs. Ou seja, ela interliga essas infraestruturas construindo uma rede de comunicação onde trafega os conteúdos mais acessados. E aí tem um terceiro centro, conhecido como cache do CDN.

 

As CDNs negociam com os provedores de acesso que têm interesse e atendam a um mínimo de volume de seu conteúdo consumido pelos assinantes do ISP a colocação de cache dentro da rede dos provedores de acesso.

 

Então, quando falamos de uma Rede de Distribuição de Conteúdo que não tem interesse de instalar em PTT menor, estamos referenciando a segunda estrutura, que é uma estrutura completa deles. Enquanto o cache são servidores disponibilizados para serem colocados dentro dos provedores de acesso. Quando isso acontece, os provedores de acesso precisam fornecer link de trânsito para as CDNs, para alimentar esses servidores, além de, também, precisar ceder uma infraestrutura mínima, com ar-condicionado, energia elétrica suficiente, segurança física etc. Isso significa que um grande provedor de conteúdo poderia colocar o seu conteúdo localmente, por exemplo, em Belém do Pará, e os usuários que consomem o seu conteúdo não precisariam vir até São Paulo para buscar esse conteúdo. As grandes redes CDN, ou seja, os grandes provedores de conteúdo, geralmente têm essa hierarquia de distribuição de conteúdo, apesar de nem todos possuírem o último nível (cache).

 

Com o Captor é possível fazer análise de tráfego por ASN

 

E não é preciso ter a tabela de roteamento global no roteador, basta subir instalar o Captor e configurar o seu dispositivo/roteador/concentrador para exportar os pacotes de flow para ele. Com o coletor configurado, ele consulta as informações sobre o ASN das conexões IP por IP.

 

Dessa forma, mesmo que você não tenha sessão de BGP, ASN ou esteja atrás de uma ADSL, é possível analisar com gráficos e relatórios por ASN e Prefixo (network) quais ASNs tiveram tráfego em sua rede. O Captor ainda mantém cache dessas informações, com relatórios e total configuração do processo de consulta e armazenamento.

 

Torne seu provedor mais profissional e use um software que te dê uma maior visão da sua rede, esteja preparado para o mercado, use o Captor.